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22/11/2013

Mitos, fatos e muita convergência

Fonte: siteadmin
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No dia 13 de novembro tive a oportunidade de participar do seminário de lançamento do Fórum Mato-grossense sobre Agrotóxicos, Saúde e Meio Ambiente. Este fórum será gerido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e terá como tema central a preocupação com os efeitos da exposição aos agrotóxicos, tanto pelos  trabalhadores quanto por suas famílias, seja no ambiente rural como também urbano. Participar deste encontro foi uma experiência importante e renovadora.

 

Muito interessante ver como o tema foi abordado de uma maneira sincera pelos diferentes participantes. Eu, que às vezes sou um crítico da atuação dos diversos ministérios públicos, fiquei feliz em ver como o tema estava sendo trazido à baila, pois, apesar de poucos momentos de “agulhadas” em um e outro setor, o que vi foram pessoas realmente engajadas, discutindo o assunto e com um olhar para a solução dos problemas.

 

Confesso também que me assustei com as declarações dos procuradores do MPT do Paraná. Por lá, segundo eles, somente podem participar do fórum quem é a favor da erradicação do uso de agrotóxicos e quem é contra o agronegócio, como se este último fosse o causador de todos os males. Além disso, deixaram claro que a visão do MPT/PR é de processar todos, como empresas, produtores e demais pessoas, que fazem parte da “máfia da indústria da morte”. Para mim, que estava ali buscando a convergência, este foi um discurso extremante carregado de ideologia e com pitadas de rancor.

 

Por outro lado, foi muito bom escutar a sinceridade dos procuradores do Estado do Paraná, a forma como abordaram o tema e, melhor ainda, comparar o tratamento dos procuradores de Mato Grosso em relação ao assunto. Aqui, os procuradores fazem questão de o setor produtivo participar das discussões, afinal a solução precisa ser conjunta. Até porque a visão dos produtores rurais foi e sempre será de produzir mais com menos, ou seja, quanto menos agrotóxicos melhor para o meio ambiente, para a saúde e inclusive para o bolso.

 

Outro ponto interessante do seminário foi que ele serviu para consolidar um conhecimento já difundido por potências mundiais há vários anos: não se pode fortalecer o fraco, debilitando o forte; não se pode ajudar aos pequenos, esmagando os grandes, e não se pode ajudar o pobre, destruindo o rico. Digo isso porque para mim ficou mais claro que não é acabando com o agronegócio que a agroecologia e agricultura orgânica sairão fortalecidas, até porque os diferentes sistemas não são excludentes, mas sim convergentes pelo princípio de que é necessário produzir mais com menos.

 

Saí do seminário ainda mais convencido de que, apesar de ainda existir muito desconhecimento sobre o tema e as discussões serem carregadas de ideologias, as soluções para os problemas da utilização dos agroquímicos caminham pela pesquisa, ciência e, principalmente, pela qualificação educacional do meio rural. A pesquisa é para nos orientar sobre o que estamos fazendo de certo ou errado. A ciência é para nos apresentar novas alternativas, seja por meio de produtos químicos menos nocivos como também sistemas de produção mais eficientes e que atendam o tripé social, ambiental e econômico. E, por fim, talvez a parte mais difícil, a qualificação educacional tem o objetivo de transferir todo o conhecimento das boas práticas de produção tanto para os trabalhadores e produtores da zona rural como também para o consumidor final mais consciente.

 

É como o filósofo Friedrich Nietzsche disse: “Eu também quero a volta à natureza. Mas essa volta não significa ir para trás, e sim para frente”. Assim, devemos olhar sempre para frente e buscar soluções coerentes e que atendam o difícil desafio de produzir alimentos em quantidade e qualidade.

 

*Seneri Paludo é engenheiro agrônomo e diretor Executivo da Famato (seneri@famato.org.br) 

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