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27/06/2012

Portaria autoriza leilões de COV, mas preço tira interesse

Fonte: siteadmin
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O Ministério da Agricultura confirmou a realização de leilões de Opção de Venda ao milho. Aguardada pelos produtores mato-grossenses desde abril, a portaria interministerial que autoriza a modalidade está publicada no Diário Oficial da União de ontem. No entanto, as formas como a comercialização será realizada não agradaram ao segmento. Se todos os custos forem pontuados sobre o valor ofertado à saca, o mercado deixa de ser vilão, para ficar mais atrativo do que a intervenção federal.

Como foi anunciado ontem, os leilões de Contrato de Opção de Venda público (COV) para milho serão para os grãos da safra 2011/12 e 2012. O preço de exercício das opções para Mato Grosso e Rondônia é de R$ 14,60 a saca de 60 kg, para um preço mínimo de R$ 12,60 a saca. Já para o Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais o preço estabelecido foi de R$ 19,46 a saca (preço mínimo de R$ 17,46 a saca). A comercialização será feita por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura. Cada contrato corresponde a 27 toneladas e o vencimento ocorrerá em 15 de dezembro de 2012.

O objetivo do Governo com a medida é dar sustentação às cotações do cereal acima do preço mínimo de garantia. Para tanto, foram destinados R$ 675 milhões, na rubrica Formação de Estoques Públicos.

“O contrato é uma alternativa que os produtores têm para viabilizar a comercialização da cultura do milho que está acima do preço mínimo. Se houver baixa do mínimo, faremos a intervenção pagando a diferença para atingir esse mínimo”, disse o secretário de Política Agrícola do ministério, Caio Rocha.

Mesmo reconhecendo a sensibilidade do governo, a Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja/MT) que por diversas vezes esteve encaminhando ofícios e comparecendo a reuniões no Ministério solicitando a intervenção, destaca que o preço ofertado ao Estado, diluído de todos os custos que existem por trás da operação, acabará sendo inferior o que o mercado está pagando atualmente. No dia 25, a saca ficou cotada a R$ 14,80 em Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá). O custo médio para produção de cada saca nesta safra Oe de cerca de R$ 12. “Considerando o preço de R$ 14,60 e descontando prêmios que já vimos abocanhar até mais de R$ 1 por saca e mais o custo de padronização, de R$ 2, o produtor terá de forma líquida, menos que o preço mínimo e menos o que o mercado sinaliza. Da forma como está posta, neste momento, não surte o efeito pretendido”, explica a gerente da Comissão de Crédito, Comercialização e Renda da Aprosoja/MT, Maria Amélia Tirloni. O prêmio aumenta na medida em há maior demanda e por isso esse valor ao final, pode abocanhar vários reais da saca. “Somente o custo de padronização, esse milho tem de ter bom aspecto, consome 13,06% da saca”.

O edital para os leilões deverá ser publicado no início de julho e trará as regras do COV. Para o produtor mato-grossense, o valor ofertado à saca deveria estar em cerca de R$ 16, para que ao final dos custos intrínsecos à modalidade, haja remuneração ao produtor.

CONTEXTO – Os COVs são importantes, mas os valores não contextualizam o mercado atual. Com uma supersafra, 13,11 milhões de toneladas, 87% acima da temporada anterior, os preços que no mercado futuro chegaram a R$ 18, passaram para até R$ 13 na semana passada, desestimulando e preocupando o produtor que investiu R$ 12 para produzir uma saca. Prevendo esse cenário e até maior pressão contra a cotação em pleno pico de colheita, a Aprosoja/MT estava desde dezembro alertando a União para necessidade de salvaguardar preços e assim evitar uma queda brusca na produção de 2013, interrupção que afetaria outras atividades como suinocultura e avicultura, ao encarecer o milho no próximo ano.

Cerca de 56% desta nova safra veio sendo negociada por meio de vendas antecipadas desde setembro do ano passado e considerando o percentual de negócios, o presidente da Aprosoja/MT, Carlos Fávaro, em entrevista exclusiva ao Diário sobre este assunto na semana passada, destaca que o volume a fixar, quase 6 milhões de toneladas que seguem sem preço e sem dono, representam quase toda a safra passada, cuja produção foi de 6,99 milhões de toneladas. “Como se vê, o tamanho do nosso problema é grande. Temos quase uma safra a comercializar e justo em um momento de forte pressão da oferta por conta da colheita já iniciada e que se intensifica no próximo mês”.

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