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10/10/2011

Crise mundial pode ter ‘eco’ em Mato Grosso

Fonte: siteadmin
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Perpetuação da crise econômica internacional pode afetar Mato Grosso, impactando nas exportações de produtos primários e encarecendo os importados. Setor industrial e o agronegócio podem ser os mais prejudicados a médio prazo, avaliam economistas. Se a crise financeira iniciada nos Estados Unidos e agora disseminada pela Europa envolver outros países, como por exemplo a China, principal consumidora da produção mato-grossense, o problema se agravará drasticamente.
Variações na taxa de câmbio podem prejudicar a produção, com encarecimento de insumos importados.

A sobrevalorização do dólar frente ao Real, apesar de estimular as exportações, poderá ser notada nos preços de insumos e implementos agrícolas importados, principalmente pelo agronegócio. Encarecimento de fertilizantes, agrotóxicos, máquinas e equipamentos implicará em aumento de custos para o setor produtivo, conseqüentemente repassados para os consumidores finais por meio do aumento de preços de bens e serviços.

Diante do cenário instável, a recomendação dos economistas é ter cautela, principalmente para os produtores, no momento de realizar as vendas antecipadas da produção agrícola, devido à variação dos preços das commodities, afetados pela instabilidade do mercado financeiro, como ocorreu recentemente com a soja, algodão e milho.

Para o economista e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fernando Tadeu de Miranda Borges, a crise atual envolve todos os países de alguma forma, tendo em vista a queda de investimentos
em vários segmentos. Avaliação é reforçada pela economista e professora da Universidade de Cuiabá (Unic), Luceni Grassi de Oliveira. “Mato Grosso é um Estado que depende muito das suas exportações e essas economias são grandes consumidoras mundiais, por isso qualquer movimento de crise lá afeta a economia mundial”.

No entanto, lembra Miranda Borges, com o desempenho favorável da última safra de grãos negociada a preços mais elevados, a produção agrícola não deve recuar para o próximo ciclo produtivo, havendo inclusive aumento na produção de soja em Mato Grosso, refletindo positivamente na indústria.

Na avaliação do economista e secretário adjunto de Gestão Integrada e Modernização Institucional da Casa Civil, Vivaldo Lopes, os efeitos da crise seguramente serão notados, podendo afetar a próxima safra de grãos, assim como a indústria mato-grossense, que deve enfrentar retração no crédito a partir do primeiro semestre de 2012.

Otimismo – Apesar da análise cautelosa, economista Vivaldo Lopes diz que é possível manter o otimismo. Como o ápice da crise se concentra nos Estados Unidos e Europa, os quais perderam espaço como compradores das commodities brasileiras, isso garante a Mato Grosso relativa imunidade à crise, considerando que os maiores compradores da produção mato-grossense são os países do Bloco Asiático.

Outro aspecto que beneficia Mato Grosso, lembra Lopes, é a valorização da moeda americana frente ao Real, permitindo uma “compensação financeira” ao Estado, que não deve reduzir exportações porque a China
é o principal comprador. Mas, havendo redução nas exportações, o mercado interno tem se mantido aquecido e pode assimilar a oferta dos produtos. “O Brasil apresenta consumo interno elevado, incentivado pelo governo”.

Lopes acrescenta que a crise mundial não afetou drasticamente os preços das commodities e acredita que o dólar se estabilize em na
média de R$ 1,80.

Representantes do setor produtivo e da indústria mato-grossense endossam avaliação otimista no enfrentamento da crise. Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Otoni Prado, concorda que as dificuldades econômicas enfrentadas pelos países da União Européia, principalmente, têm desdobramentos.

“Não são significativos neste momento, mas, se a crise se agravar, pode mexer com nosso mercado”. Para ele, um dos principais riscos é a transferência dos investimentos em commodities para outros ativos, como o ouro. “O que está sendo produzido tem sido consumido, mas se houver migração para outros ativos, o problema se agrava”.

No setor industrial, para o secretário estadual de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, a crise econômica internacional não irá afetar os investimentos no Estado, porque 70% dos empreendimentos previstos para os próximos 4 anos estão sendo executados e o restante está em andamento. “Num momento de crise, se corta supérfluos e investimentos, mas nossa matriz exportadora é 90% alimentos”.

Segundo Nadaf, até 2015 Mato Grosso irá continuar recebendo investimentos nos setores do Comércio e Serviços, alcançando cerca de R$ 11 bilhões em novos projetos industriais, comerciais e de infraestrutura.

“Nos setores de Comércio e Serviços, com novas instalações comerciais, investimentos em rede hoteleira e outros serviços, serão investidos R$ 1 bilhão. Para a indústria, nas áreas de esmagamento de soja, milho e têxtil, serão mais ou menos R$ 3 bilhões. Em matriz energética, com a construção de novas usinas hidrelétricas, serão investidos mais R$ 2 bilhões, além de R$ 150 milhões em exploração mineral e mais R$ 4 bilhões em infra-estrutura, com obras de mobilidade urbana, rodovias estaduais e estádio”.

Presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan, sustenta que a crise internacional ainda
não se refletiu no setor industrial mato-grossense e a perspectiva para o segmento é de manutenção do ritmo de crescimento de 10% ao ano. “Acho que Mato Grosso vai ser menos penalizado, mesmo a longo prazo, porque produz alimentos e esse consumo não é fácil de suprimir”.

Para Milan, cenário estadual aponta para expansão da atividade industrial, não retração. “Temos novas chances de crescer, resolvendo a questão logística”. Investimentos na melhoria das rodovias estão sendo realizados, incluindo a BR 163 e 158, por onde é transportada grande parte da produção estadual.

“No auge de uma crise não é o melhor momento para investimentos, mas quem já fez financiamentos vai manter”. No Comércio Varejista, a situação é similar e não houve prejuízos, apesar de ter sido observado declínio no volume de vendas a partir de março, reflexo das medidas governamentais para conter o consumo na época e controlar a inflação, observa presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), Paulo Gasparoto.

Com a crise financeira europeia, os investidores ficam mais cautelosos e os bancos mais criteriosos na liberação de financiamentos. Gasparoto acrescenta que a inflação na margem de 7% é considerada de alto risco, por isso entende que medidas adotadas para se consumir menos e manter a inflação baixa são mais seguras.

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