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25/04/2015

Modelo brasileiro de crédito precisa avançar

Fonte: siteadmin
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As diferenças dos modelos de políticas agrícolas praticadas nos Estados Unidos e no Brasil, cujas características de produção de grãos são semelhantes, foram abordadas na segunda noite do Seminário Internacional de Integração do Agronegócio com o Sistema Judicial, ontem (24/04), em Cuiabá. O painel Políticas Agrícolas e o Agronegócio, conduzido pelo presidente do Sistema Famato/Senar, Rui Prado, contou com a participação do diretor da Associação Americana de Soja (ASA), Ray Gaesser, e do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, Seneri Paludo. Ambos expuseram os sistemas praticados nos respectivos países apontando os avanços e desafios.

 

"O que fica claro para nós, produtores brasileiros, é que temos muito o que fazer", comentou o presidente da Famato, após apreciar as duas apresentações. Ele se baseou no fato de o Brasil, como demonstrou Paludo, ex-secretário de Política Agrícola do governo federal, adotar um modelo de fomento da agricultura ultrapassado, baseado principalmente no crédito oficial, ainda essencial para o setor.

 

"Esse modelo que o Seneri apresentou está esgotado, ruim. Mas os produtores, neste momento, estão ansiosos para receber esse crédito. Sem ele, não conseguem planejar a próxima safra. O produtor já deveria estar com seus insumos comprados, mas até agora não se sabe o montante desse crédito", apontou.

 

O volume do crédito oficial rural, com o qual os produtores rurais planejam a safra seguinte, deve ser anunciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no próximo dia 19 e são aguardados valores da ordem de R$ 180 bilhões. A dependência de boa parte dos produtores brasileiros exclusivamente de créditos públicos é justamente um dos fatores que deve ser modificado no país, conforme Seneri Paludo, justamente por onerar cofres públicos e transferir para toda a sociedade a conta.

 

"A corda está esticando demais. O modelo de crédito simplesmente público gera uma conta para a sociedade que é muito pesada, porque gera aumento de taxas de juros e redução de crédito", argumentou.

 

Como explicou Gaesser, nos Estados Unidos, a "Farm Bill", legislação que rege a agricultura, é única e aborda todos relevantes assuntos do setor. Ela é revista a cada cinco anos, porém prevê dotação orçamentária para dez anos. "Isso oportuniza ao produtor planejar. No Brasil, o Plano Agrícola e Pecuário é de um ano, estabelecendo crédito com valores e taxas de juros diferentes toda vez. Isso, além de causar insegurança, faz com que o produtor perca oportunidades de negócio, porque fica atrelado esperando o crédito", comparou o secretário.

 

Dentre outros fatores, Seneri apontou também a dependência quase que exclusiva do crédito oficial, sem outros fundos privados de investimento, como outro problema ao setor, além de a forma como o seguro rural é estabelecido e a distribuição do próprio crédito entre os produtores brasileiros. "Oitenta por cento do crédito fica para produtores do Sul e do Sudeste. Mato Grosso tem apenas 8%. Enfim, o atual modelo que nos guiou até aqui não é o mesmo modelo que vai nos guiar pelos próximos 20 anos. Dentro dos próximos três, podemos ter um colapso de crédito agrícola", afirmou o ex-secretário de Política Agrícola do Mapa.

 

Diálogo – Embora distintas as realidades nas políticas públicas de Brasil e Estados Unidos, Ray Gaesser parabenizou os representantes do agronegócio de Mato Grosso pela realização do evento com os magistrados. "Costumamos conversar muito entre nós, produtores, sobre o que precisamos, mas sempre entre nós, internamente. Não falamos com as pessoas que realizam as coisas necessárias para nós. E vocês, aqui, estão fazendo isso", comentou agradecendo o convite para participar do seminário.

 

O Seminário Internacional de Integração do Agronegócio com o Sistema Judicial é realizado pela Famato em parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). A programação segue hoje (25/04) até 14 horas, com painéis ambientais, de negócios e jurídicos. Mais informações: www.sistemafamato.org.br/seminario.

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