{"id":839,"date":"2017-04-27T09:29:16","date_gmt":"2017-04-27T12:29:16","guid":{"rendered":"https:\/\/sistemafamato.org.br\/sindicatos-rurais\/2017\/04\/27\/produtores-de-pocone-discutem-a-lei-do-pantanal\/"},"modified":"2017-04-27T09:29:16","modified_gmt":"2017-04-27T12:29:16","slug":"produtores-de-pocone-discutem-a-lei-do-pantanal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistemafamato.org.br\/sindicatos-rurais\/2017\/04\/27\/produtores-de-pocone-discutem-a-lei-do-pantanal\/","title":{"rendered":"Produtores de Pocon\u00e9 discutem a Lei do Pantanal"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\nO Sindicato Rural de Pocon&eacute; com apoio da Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria de Mato Grosso (Famato) esteve reunido na manh&atilde; de quarta-feira (26\/04) com mais de 50 produtores rurais pantaneiros e empreendedores do munic&iacute;pio de Pocon&eacute; para discutir o projeto de lei n&ordm; 750, que tramita desde 2011 no Congresso Nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<br \/>\nAtento &agrave; proposta, o Sindicato Rural defende que o projeto n&atilde;o seja regulamentado sem antes ouvir o homem pantaneiro, que &eacute; um dos principais respons&aacute;veis pela conserva&ccedil;&atilde;o do bioma pantanal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>A gestora do N&uacute;cleo T&eacute;cnico da Famato Luc&eacute;lia Avi fez uma explana&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e uma an&aacute;lise do projeto elencando pontos que devem ficar claros no PL-750, como por exemplo, a especifica&ccedil;&atilde;o do que realmente &eacute; o Bioma Pantanal e suas delimita&ccedil;&otilde;es. &ldquo;A proposta do projeto apresenta uma s&eacute;rie de formula&ccedil;&otilde;es imprecisas j&aacute; come&ccedil;ando com a defini&ccedil;&atilde;o do Bioma Pantanal, que deixa margem para interpreta&ccedil;&otilde;es divergentes e danosas para o manejo sustent&aacute;vel e a prote&ccedil;&atilde;o do bioma&rdquo;, destacou Luc&eacute;lia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>Luc&eacute;lia explicou tamb&eacute;m que o Bioma Pantanal inclui a Bacia Hidrogr&aacute;fica do Rio Paraguai (BAP), que abrangem regi&otilde;es distintas e formas de manejos bem diferentes, cada uma com suas peculiaridades, com diferentes tipos de vegeta&ccedil;&atilde;o Cerrado, Floresta, Campos e a Plan&iacute;cie Inund&aacute;vel.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>Amado Oliveira, consultor da Associa&ccedil;&atilde;o de Criadores de Mato Grosso (Acrimat), falou da import&acirc;ncia da uni&atilde;o das entidades que representam o setor agropecu&aacute;rio nessa discuss&atilde;o acerca do Bioma Pantanal. &ldquo;A Acrimat est&aacute; junto com a Famato nessa batalha e juntos vamos trabalhar pela aprova&ccedil;&atilde;o de uma lei bem definida e clara que beneficie o bioma, assim como a atividade pecu&aacute;ria dessa regi&atilde;o de forma sustent&aacute;vel&rdquo;, assinalou Oliveira.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>A preocupa&ccedil;&atilde;o dos pantaneiros com a chamada &ldquo;Lei do Pantanal&rdquo; &eacute; que se o projeto for aprovado da forma que est&aacute;, os efeitos podem ser prejudiciais &agrave; economia do munic&iacute;pio de Pocon&eacute; e regi&atilde;o.&nbsp; &ldquo;N&atilde;o somos contra a proposta de se criar uma pol&iacute;tica de gest&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o ambiental do Pantanal, por&eacute;m defendemos que sejam ouvidos aqueles que realmente conhecem a realidade do Bioma Pantanal&rdquo;, defendeu presidente do Sindicato Rural de Pocon&eacute; Jos&eacute; M&aacute;rio de Assis e Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>Diante da falta de clareza no projeto em tramita&ccedil;&atilde;o, os produtores tamb&eacute;m questionaram a diferen&ccedil;a entre &Aacute;rea de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente e &Aacute;rea de Conserva&ccedil;&atilde;o Permanente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>O pecuarista Crist&oacute;v&atilde;o Afonso da Silva salientou que a economia do Pantanal deve ser considerada antes de qualquer altera&ccedil;&atilde;o na lei que diz respeito ao bioma, uma vez que Mato Grosso tem o maior rebanho bovino do pa&iacute;s. &ldquo;E n&atilde;o precisamos ir longe, 77% da &aacute;rea total do Bioma Pantanal de Mato Grosso possui um rebanho de aproximadamente cinco milh&otilde;es de cabe&ccedil;as. Atualmente a pecu&aacute;ria &eacute; um dos setores que mais gera emprego. Restringir uma atividade tradicional, que &eacute; a pecu&aacute;ria, &eacute; o mesmo que restringir o crescimento econ&ocirc;mico de 15 munic&iacute;pios que integram o Bioma Pantanal mato-grossense&rdquo;, destacou Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>&ldquo;O posicionamento assumido pela Famato e pela Acrimat em defesa dos interesses econ&ocirc;micos e sociais do Pantanal mato-grossense muito nos tranquilizam&rdquo;, disse o produtor rural Paulo Gasparotto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>&ldquo;O nosso desejo &eacute; continuar sobrevivendo no Pantanal e do Pantanal. O homem pantaneiro tem muito a ensinar e precisamos ser ouvidos. Podemos ter pouco estudo, mas a nossa experi&ecirc;ncia foi constru&iacute;da aqui, no dia a dia de baixo de sol e chuva. O Pantaneiro est&aacute; aqui h&aacute; mais de 200 anos, somos n&oacute;s que temos que ser ouvidos e contemplados por qualquer legisla&ccedil;&atilde;o a respeito&rdquo;, disse o pantaneiro Jos&eacute; Carlos Mineto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>Al&eacute;m da Miss&atilde;o T&eacute;cnica &ldquo;Bioma Pantanal&rdquo; que levou produtores rurais no in&iacute;cio de abril, com atividade agropecu&aacute;ria em &aacute;rea do bioma mato-grossense, para discutir e conhecer as estrat&eacute;gias e tecnologias das Embrapas Pantanal e Gado de Corte em Mato Grosso do Sul, a Famato esteve reunida com a assessoria t&eacute;cnica do senador Cidinho Santos para apontar os pontos do projeto que devem ser revistos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA Famato, entidade de classe que representa 90 Sindicatos Rurais de Mato Grosso, desenvolve a&ccedil;&otilde;es institucionais que garantem que a voz do produtor rural seja ouvida em diferentes inst&acirc;ncias. Lidera o Sistema Famato, composto pela Famato, Senar-MT, Sindicatos Rurais e o Imea. Quer saber mais sobre nossas a&ccedil;&otilde;es? 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