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13 de Out de 2014

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AFTOSA
Pecuaristas devem se preparar para última etapa de vacinação
 
 


A segunda etapa da imunização contra a febre aftosa acontece em todo Brasil entre os dias 1º e 30 de novembro deste ano. Nesta fase são vacinados bovinos e bubalinos, de mamando a caducando. A expectativa do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT)  é imunizar mais de 28 milhões de cabeças, em aproximadamente 100 mil propriedades rurais no Estado. Quem não vacinar será multado em 2,25 Unidades de Padrão Fiscal (UPF) por cabeça, ou R$ 230,28.

 

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) mantém em seu portfólio de treinamento, o aperfeiçoamento de 24 horas "Agente sanitário em saúde animal", que tem o objetivo de ensinar o  participante a aplicar vacinas anti febre Aftosa e Brucelose em bovinos e bubalinos. Nos meses de outubro e novembro, a instituição, em parceria com os sindicatos rurais, promove seis treinamentos da área nos municípios de Guarantã do Norte, Luciara, Campinápolis, Chapada dos Guimarães, Pedra Preta e Arenapolis.

 

De acordo com o instrutor credenciado junto ao Senar-MT, José Oliveira Aguiar Filho, é  importante que o pecuarista e o trabalhador se qualifiquem para poder fazer a vacinação da forma menos agressiva possível, evitando que o animal fique estressado. "Animal estressado representa sistema imunológico comprometido", alerta.

 

Aguiar é veterinário por formação e explica que uma aplicação mal feita pode resultar em prejuízos para o pecuarista. "O local correto da aplicação é a tábua do pescoço do animal, onde se encontra a carne menos nobre, se a aplicação for feita na traseira esse animal pode ter seu valor reduzido pelo frigorifico e até mesmo ter a carcaça condenada".

 

Outro problema é que a vacinação sem os devidos cuidados pode causar lesões no animal como coroços e abscessos. "Os abscessos são caroços com acúmulo de pus em diferentes tecidos e ocorrem como resposta ao desenvolvimento de bactérias que ganham acesso ao organismo animal por uma ferida na pele e por meio de agulhas ou instrumentos contaminados".

Os principais fatores de risco da vacinação são o uso de seringas e agulhas contaminadas, falta de higiene no local de aplicação e uso de vacinas ou medicamentos cujos veículos são oleosos. "Todas essas informações são repassadas aos participantes do treinamento, além disto,  abordamos assuntos como segurança e saúde no trabalho, a importância do serviço de defesa sanitária animal e os prejuízos causados em toda a cadeia produtiva e outros", antecipa o instrutor. 

 

O Senar-MT faz parte de um conjunto de entidades que forma o Sistema Famato. Essas entidades dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais do Estado. É formado ainda pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) e pelos 87 sindicatos rurais do Estado. O Senar está no Twitter e no Facebook. Siga @senar_mt e curta a Fan Page (www.facebook.com/SenarMt). 



Fonte: Gecom Senar-MT
 

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